Lore:Bosmer

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Ilustração de um típico homem Bosmer.

Os Bosmer são os povos tribais Élficos da Floresta de Valen, uma província de florestas no sudoeste de Tamriel.[1] No Império, eles são comumente chamados de Elfos da Floresta, mas Bosmer,[2] Boiche,[3] ou as pessoas da Seiva-de-Árvore são como chamam a si mesmos.[4] Os Bosmer rejeitaram as rígidas e convencionais tradições da alta cultura Aldmeri, preferindo uma existência mais romântica e simples, em harmonia com a terra e suas criaturas e beleza selvagens. Eles são relativamente ágeis e rápidos corporalmente se comparados aos seus primos Altmer mais “civilizados” (que frequentemente menosprezam os Bosmer, tendo-os como indisciplinados e tolos). Sua agilidade os fazem ótimos como batedores e ladrões.[5] Entretanto, eles também são um povo perspicaz, e muitos seguem carreiras bem sucedidas em buscas acadêmicas ou comércio.[6][7][8] Os Bosmer vivem duas a três vezes mais que os humanos; sendo um Bosmer de 200 anos velho e um de 300 anos muito, muito velho.[9] Apesar de eles serem considerados menos influentes que alguns de seus irmãos Élficos, os Bosmer são também relativamente mais propensos a ter filhos. Como resultado, eles são mais numerosos que todos os outros mer em Tamriel.[10]

Os melhores arqueiros de toda Tamriel, os Bosmer apanham e atiram flechas em um ato contínuo; existem até mesmo rumores de que foram eles que inventaram o arco.[11][12][13][14] Eles possuem muitas habilidades naturais e únicas; notavelmente, eles podem comandar criaturas simplórias e têm uma habilidade comparável com a de camaleões para se esconder em áreas florestais.[15][16] Muitos da Floresta de Valen seguem os princípios do Pacto Verde. Estes “Bosmer do Pacto Verde” são religiosamente carnívoros e canibais, e não machucam vegetação de Floresta de Valen, embora não sejam relutantes em usar produtos de madeira ou derivados de plantas criados por outros.[7][15][17]

História

Colonos Aldmer supostamente chegaram em Floresta de Valen muito antes da Primeira Era. Eles são lembrados como alguns dos primeiros Aldmer a deixar a Ehlnofey Ancestral.[5] Estes colonos encontraram a Floresta de Valen, ou o Verde, tão denso e habitado por bestas que eles não esperavam poder domá-las, então tiveram que lutar e se adaptar a fim de virarem predadores ao invés de presas.[18] Acredita-se que sua adaptação à vida na Floresta de Valen levou à criação dos Bosmer.[5][18][19]

Origem

Os Elfos Boiche foram os Ossos da Terra que mais ouviram a Jephre e suas canções verdes. Eles não construíram uma Torre, eles a cultivaram, um grandioso carvalho-graht, cujas raízes brotaram de uma Bolota Ocasional. E esta era sua Pedra. E porque a Bolota poderia possivelmente estar em outro lugar, a Seiva Verde era múltipla e diversa. E cada uma delas podia andar.Enigma Aúrbico 4: A Árvore Enciã
O Coração da Floresta de Valen

Os primeiros dias dos Bosmer estão perdidos nas lendas. Alguns falam do Lodo, a falta de forma metamorfa da qual vieram antes do Pacto Verde com Y’ffre.[20] Lendas mais obscuras também sugerem que nem todos Bosmer concordaram com o Pacto Verde. Alguns desejaram continuar como o Lodo, para manter suas habilidades metamorfas. Entretanto, estes dissidentes aparentemente foram vencidos pelos outros Bosmer e, como punição, estes “Perjuros” foram enterrados no Limbo.[21] É dito que os primeiros Bosmer eram conhecidos por casarem-se com humanos.[22]

Outra lenda diz que os Bosmer cultivaram a Torre da Seiva-Verde, um grande carvalho-graht que, naqueles tempos remotos, apareciam de diversas formas. Cada um contou suas próprias histórias do Verde, a floresta lar dos “Boiche-tornados-Bosmer”.[23] Porém, devido às maquinações do feiticeiro Ayleid Anumaril por volta do tempo da Rebelião dos Escravos Alessianos aproximadamente em 1E 243, as “Ambíguas Portas”, que foram criadas pela natureza da Seiva-Verde, foram fechadas, e a Seiva-Verde foi reduzida a uma forma única, definitiva: a Árvore Enciã da Raiz Enciã.[23]

Anumaril era um dos vários refugiados Ayleid que fugiram para a Floresta de Valen durante a “Diáspora Ayleid” que coincidiu com a revolta escrava. Entretanto, Ayleids haviam migrado para a Floresta de Valen bem antes disso. Todos esses migrantes aceitaram adotar os aspectos do Pacto Verde e de evitar causar danos à floresta (ao contrário de Anumaril, claro).[24] A Fundação da Torre Ouro-Branco pelos Ayleids na Era Merética média trouxe um aumento do comércio com os Bosmer, e cidades como Morada da Floresta, Refúgio e Silvenar floresceram.[25][26] O antigo sítio Ayleid de Hectahame é o lar do Coração da Floresta de Valen, uma árvore esplendorosa de poder imenso que é como o símbolo físico da alma da Floresta de Valen. Contudo, por volta do tempo quando os primeiros Ayleids vieram para a Floresta de Valen, um necromante corrompeu o poder do Coração e o usou para erguer um exército de mortos-vivos, forçando os Ayleids a selarem Hectahame, juntamente com o Coração, a fim de conter a horda.[27] Durante estes tempos primevos os Ayleids e Bosmer tiveram que afastar numerosos ataques ferozes dos Maormer contra a Floresta de Valen.[26]

Apesar de terem encontrado abrigo na Floresta de Valen, os Ayleids que migraram para lá parecem ter desaparecido da história. Por razões que ainda são debatidas por estudiosos, eles aparentemente tiveram pequeno impacto duradouro na cultura Bosmer além de algumas técnicas de silharia e alvenaria.[24]

A Primeira Era

Eventualmente, os Bosmer se uniriam sob a liderança do Rei Eplear, cuja conquista da selva e fundação da Dinastia Camorana proclamaram o início da Primeira Era. Eles fizeram um acordo formal de comércio com o Império Alessiano em 1E 340, embora ele duraria apenas algumas décadas antes de se quebrar em ocasionais conflitos nas fronteiras com Colovia por grande parte da Primeira Era.[18]

A primeira Caçada Selvagem conhecida ocorreu em 1E 369, que acabou com a morte do Alto Rei Nórdico Borgas.[18][28] Este assassinato pode ser visto como autodefesa, embora talvez proativo, visto que Borgas estava viajando para Cyrodiil para se reunir em uma guerra conjunta contra Floresta de Valen. Outra Caçada Selvagem não aconteceria novamente até a Terceira Era,[18] embora não seja claro se uma ou mais ocorreram na ocasião. Depois que os Bosmer foram devastados pela Praga Thrassiana em 1E 2417, eles foram absorvidos pelo Segundo Império. O Império, como de costume, dividiu o poder na Floresta de Valen entre diversos distritos para ter certeza de que eles não se uniriam contra o governo Imperial.[18]

Em 1E 2920, o último ano da Primeira Era, em 19 da Aurora Solar, Molag Bal destruiu a cidade de Gilverdale em Floresta-Graht (Floresta de Valen oriental). Isto fez com que Sotha Sil, o deus mago-místico vivente dos Dunmer, negociasse um acordo com diversos Príncipes Daedricos para prevenir tais atos, embora os detalhes deste acordo sejam ainda desconhecidos.[29]

A Segunda Era

Em 2E 406, um escândalo impudico remexeu a Floresta de Valen: o apático posto comercial Cormonte da Floresta-Graht era um provável lar de numerosos potenciais herdeiros da Dinastia Camorana, visto que governantes Camoran teriam evidentemente viajado para a cidade afastada por incontáveis anos para se envolver em relacionamentos extraconjugais. A população de Cormonte praticamente dobrou em uma semana, e casamentos se tornaram um acontecimento diário por meses, pois muitos Bosmer buscavam gerar filhos de linhagem nobre apesar das baixas circunstâncias. A notícia até mesmo trouxe muitos Bosmer que nunca haviam vivido na Floresta de Valen de volta à seu lar espiritual. Estes migrantes, que em sua maioria vieram de Cyrodiil e portanto não seguiam o Pacto Verde, foram chocantes para os Bosmer da Floresta-Graht, e ocorreram tensões por anos como resultado. Finalmente, em 2E 420, o vilarejo dos migrantes, New Joy Novo Júbilo, foi queimado por provocações que ficaram perdidas na história. O incidente eventualmente inspirou a formação do Movimento Seivanegra em 2E 489, uma organização cultural baseada em Cormonte que esperava formalizar a aproximação Bosmer ao Pacto Verde e assim prevenir quaisquer futuros desentendimentos trágicos.[30]

Com a queda do Império em 2E 430, as forças regionais se tornaram hostis umas com as outras, e piratas Maormer conseguiram estabelecer uma base na costa cuja eles usaram para atormentar os Altmer das Ilhas do Semprestio.[18]

O símbolo do Domínio Aldmeri

Durante a Guerra das Alianças por volta de 2E 582, os Bosmer se tornaram parte do Domínio Aldmeri, com seus aliados, os Altmer e os Khajiit. A aliança era precária, todavia o Comitê Thalmor das Relações da Aliança encorajou a tolerância das excentricidades culturais dos Bosmer para ajudar a manter o Domínio unido.[31][24] A Raiz Enciã se tornou a capital do Domínio, e atraiu muitos novos emigrantes como resultado (este também se tornou um estímulo para planos de estabelecer uma arena gladiatória na cidade).[32] Muitos Bosmer viram o Domínio como sua única chance de sobrevivência.[33] Entretanto, muitos outros permaneceram ressentidos com a aliança, acreditando que o Domínio havia “poluído” a Floresta de Valen.[34] O ressentimento pode também ter se agravado devido ao “Massacre em Cormonte”, no qual a cidade de Floresta-Graht foi aparentemente destruída por soldados do Domínio usando táticas particularmente ofensivas.[35]

Em 2E 830, para proteger suas fronteiras de ataques, os Altmer, usando um antigo tratado e a invasão de Colovia como justificativa, invadiram a Floresta de Valen e restabeleceram o Domínio Aldmeri.[15][18][36] Detalhes das circunstâncias que levaram a isso são disputados,[15] mas eles formaram os Thalmor e aparentemente trouxeram paz à Floresta de Valen até o Domínio ser absorvido pelo Terceiro Império de Tiber Septim.[18] Durante a Guerra de Rihad em 2E 862, exércitos Colovianos empregaram os Bosmer como arqueiros, embora eles tenham se provado propensos à deserção.[15]

A Terceira Era

Os Camoranos, que conseguiram sobreviver como um poder Bosmer, se tornaram governantes novamente e guiaram os Bosmer por 250 anos de paz.[18] Em 3E 249, um pretendente ao trono Camorano, o Usurpador Camorano, guiou um exército de mortos-vivos e mercenários que trouxe devastação para toda a Floresta de Valen e grande parte da costa ocidental de Tamriel até ser derrotado em 3E 267.[18][37] Desde então, os Bosmer se tornaram mais isolacionistas, tradicionalistas, e desconfiados de autoridades centrais, e esta fraqueza política levou a perdas significantes de território para seus vizinhos.[18]

Sociedade

Um esboço de um Imga, os Grandes Macacos da Floresta de Valen.

Os elfos da Floresta de Valen estavam sempre a postos para se defender contra agressões, e o fizeram em muitas ocasiões.[38] Eles frequentemente contam com suas habilidades de ligação com a floresta para fazer uso de táticas de guerrilha. O título do seu mais famoso poema, o Meh Ayleidion, significa “Os Mil Benefícios de se Ocultar”.[15] Entretanto, os Bosmer parecem ser os mais pacíficos de todas raças modernas de Tamriel, pois nunca provocaram guerra com outras nações (levando culturas mais combativas à critica-los como covardes),[39] apesar de terem sido acusados de causar alguns conflitos desnecessariamente. Eles nunca encontraram um aliado realmente verdadeiro em nenhuma das outras nações Tamriélicas. Desconfiança tem sido gerada pelos rituais canibais que eles praticam, e é normalmente difícil para eles ajustarem seu modo de viver às expectativas de outras raças e culturas. Mesmo assim, os Bosmer dependem fortemente de boas relações e comércio com outras raças, já que o Pacto Verde os força a importar a madeira que precisam para construir suas casas, flechas, e outros instrumentos de madeira.[1][15][40] Seus recursos de troca incluem peles, pérolas de rios, e amuletos de ossos do dedo criados das mãos carregadas de magia de seus feiticeiros mortos. Quando estão em desacordo com Colovia ou outros aliados de comércio, dizem que eles dependem de pirataria e ladinagem para conseguir o que precisam.[15] Eles tentaram acomodar outras raças na Floresta de Valen através da história, embora muitos continuassem cautelosos com invasões dos forasteiros em suas terras.[41] Até hoje, eles tem pouco mais do que trilhas conectando seus pequeninos assentamentos nas esparsas florestas populadas da província.[1][42] Alguns Bosmer primitivos praticam canibalismo em seus inimigos.[43] Alguns Bosmer tem sido conhecidos por afiar seus dentes até ficarem pontudos.[44]

Os Bosmer dão muito valor à diversidade. Seu respeito pelas muitas facetas da vida é inerente a muitos de seus antigos dizeres, como “O milagre de um homem é o desastre de outro”.[45] Outras raças são geralmente bem vindas na maior parte da Floresta de Valen, contudo muitos forasteiros ficam nas grandes cidades.[15][18][46] Viajantes são encorajados a tomar cuidado com bebidas de leite fermentado, que são populares entre os Bosmer, pois outras raças podem ter reações adversas à elas.[47][48]

Vida na Floresta de Valen

Apesar de os Bosmer terem primeiramente sido unidos sob a Dinastia Camorana, esta forma de governo tem sido tido como uma “hegemonia solta”.[49] Existem, na verdade, muitos líderes por toda Floresta de Valen, que possuem diversos graus de autoridade, como os Baronárbores.[50] Seus territórios tem algumas vezes sido chamados como "Nações da Floresta de Valen",[15] talvez pela autonomia praticada por vários líderes.[49]

Os Bosmer se adaptaram à vida no Verde de várias maneiras engenhosas. Por exemplo, no calor e umidade da Floresta de Valen, a tinta Altmeri popular não seca. Ela ainda é valorizada, entretanto, pois é perfeita para escrever mensagens temporárias em certos tipos de pedras porosas encontradas no Verde. Mas para escrever palavras permanentemente, os Bosmer usam uma tinta que pode secar mesmo se o pergaminho for submerso na água. Tintas que podem brilhar fracamente no escuro, perfeitas para escrever nas sombras da floresta, também predominam. Escrever em uma folha ou pedra lisa é comum em Floresta de Valen, e frequentemente preferíveis em locais onde pergaminhos de qualidade são raros e mesmo papéis são incomuns.[51] Eles também encontraram meios de conter e erradicar infestações de grisalhados.[52] Apesar de eles evitarem fumar plantas, muitos apreciam fumar insetos em cachimbos de osso.[15][10] Encontrar luz sem ter de recorrer ao perigo do fogo é um problema no chão perpetuamente sombrio da floresta, mas assim que a lua se ergue, luz adicional é provida por líquens, mofos, e crescimentos fúngicos luminosos na base dos carvalhos. Mais no alto, flores noturnas se alimentam dos carvalhos-graht, atraindo vagalumes, ninhos dos quais iluminam as plataformas nos galhos.[53]

Os Bosmer compartilham a vida na Floresta de Valen com os Imga e os autointitulados “Orcs da Floresta”, juntamente com as várias bestas da floresta, incluindo Centauros[15][54] Eles têm uma longa história de acolher aqueles que procuram refúgio na Floresta de Valen.[5] Eles aceitaram escravos refugiados dos Ayleids, e depois os Ayleids, fugindo dos escravos, sem ter preferidos. No tempo da Guerra da Aliança, eles também livremente acolheram os Argonianos refugiados que deixaram sua terra natal em protesto contra a formação do Pacto Coração-Ébano.[55] Muitos forasteiros visitam Falinesti em algum momento, a admirável cidade viajante dos Bosmer (embora no último relato, a cidade tenha misteriosamente se enraizado).[18] Lealdades culturais tenderam a dividir os Bosmer, assim como a rivalidade entre os Seivanegra e os Camoranos , e a dissidência entre os seguidores do Pacto Verde e os “comedores-de-salada” que não tem escrúpulos em quebrar os princípios do Pacto.[41]

Desenho de Y'ffre como uma árvore

Religão

Os Bosmer veneram muitas divindades. Na verdade, poucos Bosmer fora do Império aceitam a limitação dos Divinos a meros oito ou nove. A maioria dos Bosmer afirma ter descendência direta de Auri-El, embora Y’ffre o Contador de Histórias seja sua divindade mais importante. Enquanto o Dragão do Tempo é o rei dos deuses, eles veneram Y’ffre como o espírito do “agora”.[56] Assim como os Argonianos, os Bosmer parecem preferir viver no presente, ou o “Agora Aúrbico”, e demonstram pouco interesse nos caminhos do passado (isto é, salvo quando se trata de contar contos antigos ou seguir o Pacto Verde).[57]

Os Bosmer também veneram Arkay, Xarxes, Mara (que eles consideram a esposa de Auri-El) e Stendarr. O Deus da Labuta, Z'en, é o deus Bosmer do pagamento em favores. Suas origens são misteriosas, assim como seu lugar na ordem cósmica. Os Bosmer são um dos poucos que cultuam o enganador Baan Dar, o espírito trapaceiro dos ladrões e mendigos que eles pelo visto tomaram emprestado dos Khajiit.[56]

Existem muitas outras divindades com cultos significantes dos Bosmer, como Hircine.[56] Eles também cultuam os deuses lunares Jone e Jode.[56][58] Antigas histórias do sobrenatural e enigmático Rei Silvestre são abundantes em Verdejante.[59] Assim como os Nords, o espírito embusteiro Herma-Mora aparece em suas lendas (e eles insistem que ele não deve ser confundido com o Daedra Hermaeus Mora). E, claro, em uma cultura repleta de espíritos trapaceiros, eles não se esquecem do maior enganador de todos: Lorkhan.[56]

O Pacto Verde

O símbolo do Pacto Verde

O Pacto Verde, também conhecido como o Tratado da Fronda e da Folha, é um rigoroso código apoiado por muitos dos Bosmer da Floresta de Valen. É dito que ele tem guiado suas existências desde o começo da “grande história”. Suas regras são claras. Não cause dano ao Verde da Floresta de Valen. Não coma nada que venha das plantas. Coma apenas carne. Quando inimigos forem conquistados, sua carne deve ser comida, não deixada para apodrecer. Não mate desperdiçadamente. Não assuma a forma das bestas.

Dizem que os Bosmer do Pacto Verde atacam qualquer um que faça mal à floresta em que vivem, a qual chamam de o Verde. Entretanto, eles normalmente não se importam se outras raças cortarem árvores (mais notavelmente no caso dos Vinedusk Rangers e os Orcs da Floresta em seus respectivos territórios), e são conhecidos por comprar madeira delas. O canibalista “Mandato da Carne” do Pacto os separa religiosamente de outras culturas. A exigência de comer os inimigos caídos antes de três dias se passarem é provavelmente a parte mais chocante do Pacto para forasteiros. Apesar de muitos Bosmer ainda tentarem respeitar o Pacto Verde, a prática de comer os inimigos mortos foi reduzida na Segunda Era, e é tipicamente praticada apenas nos vilarejos mais remotos. Os membros da família do guerreiro que abateu o inimigo podem ajudá-lo com sua refeição. Os Bosmer que honram esta faceta do Pacto Verde tipicamente tentam se preparar para batalhas extensas fazendo jejum.

Os Bosmer supostamente fizeram o Pacto Verde com Y'ffre em troca da patronagem e proteção de dela. Como resultado, eles usam produtos de ossos, animais e insetos amplamente; madeira importada é utilizada quando necessário. Ao invés de beber o licor convencional feito de grãos ou frutas, os Bosmer consomem jagga (leite de porco fermentado) e podrido. Podrido é feito de carne fermentada temperada com órgãos de tripses, leva anos para ser fermentado, e é considerado uma preciosa bebida ritualística que simboliza “os músculos do javali, o poder da floresta, a força do povo Bosmer”. Nenhum casamento pode ser realizado sem ele. Acredita-se que Y’ffre primeiramente os abençoou com sua forma, portanto sua aparência é sagrada, então embora os Bosmer possam tomar a forma das bestas, o Pacto normalmente proíbe esta prática. Entretanto, a Caçada Selvagem é considerada um resultado do Pacto Verde: em troca de sua patronagem à Y’ffre, os Bosmer podem realizar um ritual em tempos temíveis que transforma os participantes em uma horda de bestas metamorfas e selvagens, que seguem para assolar os inimigos dos Bosmer.

O Pacto Verde causou a derrubada das árvores da Floresta de Valen por qualquer um, seja forasteiro ou nativo, um crime contra a religião Bosmeri. Praticamente não existem vilas ou cidades construídas pelos próprios Bosmer. Ao invés disso, seu relacionamento com o Pacto lhes concede mágicas habilidades de moldar a floresta para cultivar suas colônias. O processo exato não é claro, mas relatos afirmam que se trata de um evento altamente ritualístico que consiste de cânticos lentos e rítmicos que duram por muitos dias. Bem como no Mandato da Carne, possivelmente está envolvido o jejuar antes e durante o processo. Os Bosmer também acreditam que Y’ffre os abençoou com a capacidade limitada de pedir ao Verde para se moldar de acordo com suas necessidades para permitir-lhes viver dentro das restrições do Pacto.

Os princípios do Pacto levaram a muitas tensões com aliados e outros que desrespeitaram suas crenças. Mais de uma vez, os Bosmer foram à guerra para proteger o Verde. Enquanto muitos Bosmer “civilizados” não aderem tão rigorosamente ao Pacto Verde quanto seus irmãos tribais, eles mesmo assim frequentemente são firmes defensores do respeito aos seus princípios. Os Bosmer do Pacto Verde são fanáticos em sua devoção a ele. São conhecidos por terem deixado entes queridos morrerem por alguma doença mesmo que os ingredientes alquímicos que poderiam salva-los cresçam por perto. Mesmo assim, estes habitantes das florestas não são selvagens: eles foram descritos como pessoas altamente inteligentes, curiosas e racionais com ricas tradições culturais estabelecidas na floresta e em seus líderes espirituais, os Fiandeiros de Y’ffre. Os Fiandeiros são encarregados de aplicar o Pacto Verde, e dizem que são eles que detém o verdadeiro poder em Floresta de Valen. Relatos sugerem que eles possuem grande influência sobre as pessoas, e que seus sermões dizem respeito a mais do que apenas assuntos espirituais. Toda primavera, os Bosmer do Pacto Verde se reúnem no Antro do Envelhecido para um festival no qual eles bebem, contam histórias, e prestam homenagem ao Eldest, um antigo estrangulador.

Os Bosmer do Pacto Verde são conhecidos como guerreiros ferozes, mas também são conhecidos pela hospitalidade que exibem aos forasteiros que respeitam seus caminhos. Suas lendas falam do Lodo, um estado purgatorial reservado aos Bosmer que violam o Pacto (que são chamados de Apóstatas), e também das severas punições que o Verde solta sobre aqueles que poderiam machucá-lo.

O Silvenar


O Silvenar é a Voz do Povo para os Bosmer. Apesar de frequentemente visto pelos de fora como um título para os representantes políticos dos Bosmer para assuntos externos, o Silvenar é mais do que um mero político. Cada pessoa que carrega o título é imaginada como meramente um aspecto do Silvenar. O Silvenar representa o povo Bosmer legalmente, fisicamente e emocionalmente. Ele reflete o estado do povo Bosmer em seu modo de pensar, sua saúde, e até mesmo seu gênero. Ele está inseparavelmente ligado à população Bosmer, e ela a ele, fazendo-o sobrenaturalmente empático e ciente de seus interesses. Também acreditam que ele cuida de seus espíritos, assim como de seus corpos. Sendo a Voz do Povo, o Silvenar possui muitos privilégios que lhe garantem grande autoridade na Floresta de Valen. Em suma, apenas o Silvenar pode permitir construções e contratos de comércio estrangeiros, o que significa que qualquer autoridade estrangeira que queira construir em Floresta de Valen ou fazer negócios com os Bosmer devem primeiro tratar com o Silvenar.

Nenhum Silvenar pode existir sem uma Dama Verde. É dito que o primeiro Silvenar e Dama Verde eram peregrinos, um casal sem filhos que cuidava do Envelhecido como se fosse sua própria cria. O Silvenar possui uma ligação mística com a Dama Verde, assim como com todos Bosmer, apenas muito mais profunda. Enquanto o Silvenar representa a natureza civilizada dos Bosmer, a Dama Verde têm a bruta fisicalidade e paixão de seu passado primitivo. Se o Silvenar morre, a natureza bestial de sua Dama Verde é liberada irreversivelmente, e sua fúria voltada a todos os envolvidos até que ela se junte a ele em morte. Após a morte do Silvenar, o novo Silvenar detém oficialmente o título em um casamento. Este casamento, que é conhecido como o Atar-de-Mãos, é um evento importante para os Bosmer que só ocorre uma vez por geração. Ele é responsável tanto por ungir quanto unir o Silvenar e a Dama Verde. Mesmo antes do Atar-de-Mãos, o Silvenar pode sentir a nova identidade assumindo-o. Pois o Silvenar não apenas representa a vontade dos Bosmer para com os estrangeiros. O Silvenar na realidade sente a vontade do povo e age sobre ela, e da mesma maneira o povo pode sentir a influência do Silvenar e ser impactado por ela.

A Caçada Selvagem


A Caçada Selvagem é uma característica mágica natural em todos Bosmer. Ela é manifestada por um ritual coletivo realizado por muitos Bosmer, levando-os a se transformar em uma horda de bestas ferozes e sobrenaturais. Estes monstros debandam, mudando suas formas constantemente, matando e devorando qualquer um em seu caminho e, eventualmente, quando sem mais nenhum alvo vivo, se voltam uns contra os outros em uma “orgia canibalesca”. Esta transformação é vista pelos Bosmer como um retorno ao caos da Lore:Era da Alvorada, quando eram incapazes de manter a mesma forma por mais de um momento. Após terem feito o Pacto Verde com Y'ffre, ele ensinou os Bosmer como escapar daquele caos e manter sua forma, mas também em como retornar incitando a Caçada Selvagem. É dito que esses metamorfos podem assumir uma forma gasosa que os faz impossíveis de serem detidos sem ajuda de magia. Existem até alguma sugestão de que eles podem assumir a forma de água.

O propósito da Caçada Selvagem varia em cada Caçada separadamente, de um ato de vingança a uma ferramenta de guerra. Em qualquer caso, os Bosmer não têm orgulho de sua habilidade e não estão dispostos a discutir a Caçada por muito tempo. Um dos raros relatos sobre a natureza da Caçada Selvagem afirma que “todos monstros no mundo que já surgiram vêm de uma Caçada anterior”. Assim sendo, os Bosmer são relutantes em utilizar a Caçada, exceto em um ato de desespero. Os monstros que realmente são criados por uma Caçada Selvagem, todos Bosmer originalmente, são ditos serem ferozes e de vidas longas. Exemplos notáveis incluem Willy o Mordido e o Rei Lobo-Alce Morto, que foram criados no fim do quarto século da Primeira Era e viveram enfim até o começo da Terceira Era. Eles foram atormentar o Bosque Silvenar e o Pântano Lympan, respectivamente. Dizem que a mudança é irreversível.

Armamento

Devido às proibições do Pacto Verde, forjas são raras na Floresta de Valen, e armas de metal nunca foram muito difundidas entre os Bosmer. Eles normalmente usam clavas de ossos, ou então machados e lanças com lâminas de pedra ou obsidiana. Seus arcos de chifre compostos são indiscutivelmente os melhores de Tamriel. Em cidades costeiras, armas de metal importadas são mais comuns, e a tutela Altmeri nessas áreas beneficiou muitos espadachins Bosmeri. Entretanto, os Altmer que são instruídos no “Conflito Apropriado”, como eles chamam seu sistema de manejo de espada, tipicamente se recusam a adaptar suas técnicas às necessidades de seus primos mais baixos, e os estudantes Bosmer são tipicamente menos atenciosos aos pontos filosóficos mais finos das lições, fazendo com que frequentemente a experiência se provasse ser mutualmente exaustiva.[60]

Aos catorze anos, os jovens Bosmer são normalmente bons o bastante com o arco para acompanhar grupos de caça.[60] Arqueiros de longa distância são conhecidos como Jaqspurs.[60][61] É seu estilo de puxar, “pegando e soltando em um movimento contínuo”, que fez os Bosmer famosos como arqueiros. Seus arcos tradicionais são feitos de chifres e tendões. As cordas também são feitas de tendões; dizem que as tripas de Khajiit funcionam melhor, e por isso são estimadas pelos arqueiros da Floresta de Valen. As flechas Bosmeri são esculpidas de ossos, e finalizadas com as penas de várias espécies de pássaros. Eles acreditam que a origem do osso usado influencia nas características da flecha. Flechas de osso de mamute são consideradas terem força suficiente para derrubar um alvo. Flechas de osso de pássaro voam mais rápido e com mais precisão. Flechas de osso de Tigre-senche causam dano extra. Tentativas de observadores Imperiais de refazer essas flechas não foram capazes de replicar esses supostos efeitos. Quando ouvem isso, os Bosmer meramente estalam a língua e sorriem.[60]

Arte e Arquitetura

Representações de decorações Bosmeri com caveiras e ossos

O Pacto Verde teve um enorme impacto na arte Bosmer. Suas paredes são frequentemente decoradas com crânios e ossos.[62] Ele força seus arquitetos a ter muito cuidado em seu trabalho, aparentemente fortalecendo suas criações. Dentro de buracos nas árvores e residências, peles são esticadas sobre armações de ossos para criar partições. Casas de madeira tradicionais podem ser encontradas perto de rios e na costa, onde madeira importada é fácil de ser encontrada e barata para ser comprada. Mais desses tipos de construção podem ser encontradas no chão da floresta em cidades como Raiz Enciã ou Silvenar, usualmente para abrigar estrangeiros como os Altmer, mas as cidades Bosmer no Verde são mais bem conhecidas por suas várias casas espalhadas ao longo das copas das árvores.[53]

Muitos do “povo das árvores urbanizado” preferem uma vida entre os galhos, e os tem entrelaçado para formar caminhos de ramos sem danificar as árvores. Trilhas de vinhas grossas e vivas ancoram dezenas de plataformas que carregam produtos e pessoas entre os carvalhos-graht. Estas plataformas são içadas por trabalhadores fortes, muitas vezes estrangeiros. Osso, resina e tripas são usados pelos Bosmer de várias maneiras, incluindo modelagem de pontes. Um mercado secundário nessas partes permite aos moradores das árvores reciclar os restos animais apenas jogando-os no chão abaixo, onde eles são recolhidos e reutilizados em uma variedade de itens.[53] O que não é reaproveitado é absorvido pelas raízes das árvores e usado para manter o assentamento saudável. Estas cidades são expandidas pelos Bosmer chamados de Oradores do Verde, que usam rituais de fala ou som para fazer crescer vilarejos inteiros em apenas alguns dias.[63][64] Esta magia também pode ser usada para moldar itens de madeira, presumivelmente sem violar o Pacto Verde.[65] Abaixo do solo, as árvores compartilham um sistema comum de raízes que levam seiva quente para cada cabana, mantendo-as aquecidas.[63]

Assim como os Nords, os Bosmer dependem fortemente de modelos estilizados, muitas vezes interligados com sua arquitetura, artesanato, e vestimenta. Porém, enquanto os Nords enfatizam os animais, designs Bosmeri são principalmente florais.[66] Como os Bosmer acreditam que a forma de uma espécie é um presente sagrado de Y’ffre, cada espécie é retratada por um modelo particular e idealizado que representa a forma que lhe foi dada por Y’ffre. Portanto, enquanto existe uma grande abundância de designs na arte Bosmeri, há pouco espaço para variação nesses designs. Aparentemente detalhes de pouca importância são escrutinizados rigidamente, e aqueles que desviem do padrão são desmerecidos como simplesmente “errados”.[10]

As Guerras Lamuriosas

Quase em todos os lugares fora das cidades de Floresta de Valen, tribos Bosmer nas regiões selvagens da Floresta de Valen ainda praticam a tradição da “Guerra Lamuriosa”. Quando um membro de uma tribo é assassinado, ele ou ela é substituído simbolicamente através de uma incursão para raptar um refém em uma tribo vizinha. Se o falecido era um membro especialmente poderoso ou prestigiado da tribo, vários cativos podem ser pegos para substitui-lo. O cativo ou cativos sofrem um período de tortura física, supostamente para testar seu valor, e então são alegremente recebidos no clã. Tradicionalmente, a vítima recebe a posição, posses e família do membro falecido, apesar de essa prática ser raramente honrada nos tempos modernos.[67] As Guerras lamuriosas são uma tradição antiga; referências acadêmicas a elas datam a Primeira Era,[68] embora quando elas realmente começaram não é sabido.

O Rito do Roubo

O Rito do Roubo é um estimado costume Bosmer, embora os estrangeiros tenham dificuldade em apreciá-lo.[69] Os Bosmer roubam uns dos outros, e no retorno do item roubado, eles exigem um favor proporcional ao valor do item.[70] Em tempos remotos, o Bosmer Vanirion o Ladino ficou famoso por exigir mais de duzentos pagamentos depois de invocar a Cerimônia.[68] Em tempos mais modernos, os Bosmer de Verdejante são particularmente infames por sua ladroagem.[46]

Estrangeiros que entendem da Cerimônia do Roubo podem usar isto em vantagem própria. Três Altmers, os assim chamados “Heróis do Santuário”, uma vez usaram a Cerimônia do Roubo para assegurarem um porto seguro para os navios de Semprestio. Eles roubaram com êxito de vários baronárbores enquanto mantinham seu próprio tesouro protegido, ganhando o direito de construir seu próprio assentamento, conhecido como Santuário Beira-Mar, no litoral de Floresta de Valen.[70]

Galeria

Notas

  • No fim da Terceira Era, houve rumores que um profeta chamado de Precursor aparecera entre os Bosmer prometendo presentes de Y'ffre para recompensar sua devoção.[18]

Veja Também

Livros

Referências

  1. ^ a b c [[Lore:Províncias de Tamriel|]]
  2. ^ [[Lore:Guia de Bolso do Império, 1º Edição/Prólogo|]]
  3. ^ [[Lore:Os Elfos Selvagens|]]
  4. ^ Eventos de Morrowind
  5. ^ a b c d [[Lore:Floresta de Valen: Um Estudo|]]
  6. ^ [[Lore:O Guia de Um Estudioso sobre Ninfas|]]
  7. ^ a b [[Lore:Uma Dança no Fogo, Capítulo 1|]]
  8. ^ O Jogo da CompraAdabael Timsar-Dadisun
  9. ^ Ask Us Anything Variety Pack 4
  10. ^ a b c [[Lore:Temas Raciais 3: Os Elfos da Floresta|]]
  11. ^ [[Lore:A Faixa Dourada do Mérito|]]
  12. ^ [[Lore:O Guarda da Retaguarda|]]
  13. ^ [[Lore:A Lição de Pontaria|]]
  14. ^ [[Lore:Uma Dança no Fogo, Capítulo 3|]]
  15. ^ a b c d e f g h i j k l Guia de Bolso do Império, 1º Edição: Domínio AldmeriSociedade Geográfica Imperial, 2E 864
  16. ^ [[Lore:Guia de Bolso do Império, 1º Edição/A Região Selvagem|]]
  17. ^ [[Lore:Os Bosmer do Pacto Verde: Observações|]]
  18. ^ a b c d e f g h i j k l m n o [[Lore:Guia de Bolso do Império, 3º Edição/Floresta de Valen|]]
  19. ^ Guia de Bolso do Império, 3º Edição: Todas as Eras do Homem, Uma História Compreensiva da nossa HistóriaSociedade Geográfica Imperial, 3E 432
  20. ^ O Lodo: Uma Fábula
  21. ^ [[Lore:Perjuros do Limbo|]]
  22. ^ O Monomito
  23. ^ a b Enigma Aúrbico 4: A Árvore Enciã
  24. ^ a b c [[Lore:Sobrevivência Ayleid na Floresta de Valen|]]
  25. ^ Antes das Eras do HomemAicantar de Shimerene
  26. ^ a b Cidades Ayleid da Floresta de ValenThe Esteemed Historian Homfrey at the University of Gwylim, 2E 455
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