Lore:Império

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O banner Imperial durante a Dinastia Mede

O Império é um termo contemporâneo referente à área sob comando Imperial no continente de Tamriel. Existiram três Impérios na história registrada, e o comando de qualquer um deles durou séculos. Eles não devem ser confundidos com organizações imperiais similares, como o Primeiro Império dos Nords ou o Domínio Aldmeri. Enquanto todos eles reinaram grandes partes de Tamriel, o Império de Tiber Septim da Terceira Era foi a única organização política que pode se gabar por ter unido toda Tamriel sob um único banner.

Império Alessiano

O Império Alessiano, também conhecido como Primeiro Império, Império de Cyrodiil, e Império dos Humanos,' foi estabelecido pelos antigos escravos do Império Aylêidico em 1E 243, decorrente da Rebelião dos Escravos Alessianos. A fundação do Império é traçada ao momento em que Santa Alessia recebeu as Brasas de Dragão e o Amuleto dos Reis de Akatosh; ela utilizou o amuleto para banir os Daedra do plano mortal. Akatosh disse a Alessia que enquanto as Brasas de Dragão permanecessem acesas e seus herdeiros portassem o Amuleto dos Reis, os portões de Oblivion manteriam-se fechados e Tamriel seria poupada de assolação dos Daedra.

Apenas alguns governantes do Primeiro Império são conhecidos: a Rainha Alessia, sua fundadora e líder espiritual; Belhazara o Homem-Touro, herdeiro de Alessia com seu consorte Morihaus, coroado em 1E 266; Gorieus, coroado em 1E 461; e Hestra, que expandiu os limites do Império até Pedralta em 1E 1029. Um dos eventos que definiram o Império foi a ascensão da vigorosa e monoteísta Ordem Alessiana, que seguiu os ensinamentos do profeta Marukh. A influência da Ordem se espalhou rapidamente até 1E 361, quando suas doutrinas puritanas foram formalmente adotadas pelo Império. Logo então, os arcebispos da Ordem eram conhecidos por possuir quase tanto poder quanto o próprio Imperador. Uma seita interna desta Ordem, conhecida por Seletiva Marukhati, foi responsável pela Quebra do Dragão conhecida como "Alvorada Média".

O território do Império Alessiano oscilou consideravelmente através de sua história. Em seu início englobava Cyrodiil ocidental, incluindo o Vale Nibenense e a Torre Ouro-Branco, a qual posteriormente tornou-se a peça central da Cidade Imperial; Cyrodiil oriental se manteve em retalhos de Reinos Colovianos independentes que conseguiram resistir ao dogma da Ordem Alessiana. Um número de estados vassalos Aylêidicos também existiram brevemente sob tutela Imperial até que a xenofobia da Ordem Alessiana os extinguiu metodicamente. Seguindo a derrota e morte do Alto Rei Kjoric o Branco em 1E 478, o Império apropriou-se de porções do sul de Skyrim, falhando apenas em uma tentativa de adquirir o Reino de Pelgrado. Uma expansão para o Oeste e uma tentativa de anexar a região de Pedralta também foi frustrada na Batalha de Glenumbra Ermo em 1E 482, a qual seria lembrada como um dos maiores erros da Ordem. Pedralta seria anexada ao Império em 1E 1029 depois de a Imperatriz Hestra derrotar o Rei Styriche, o Vampiro de Verkarth, apenas restabelecendo sua independência em 1E 2305 em resposta aos excessos da Ordem Alessiana.

Os dias finais do Império chegaram em 1E 2321, quando as tensões entre o clérigo da Ordem Alessiana cederam ao conflito, levando os reinos de Cyrodiil ocidental a cortarem relações com o Império e estabelecerem o seu próprio governo, os Estados Colovianos. Sangrando dinheiro e terra, o Império finalmente viu-se quebrado, irrompendo a Guerra da Razão. Após uma década de violência que devastou metade da população da Baía Ilíaca e causou a perda do maior monastério da Ordem no Lago Canulus, entre outras atrocidades desconhecidas, a guerra terminou em 1E 2331 com a dissolução de ambos Ordem e Império Alessiano. Cyrodiil e Tamriel manteram-se divididas até a ascensão de Reman I e a fundação do Segundo Império em 1E 2703.

Segundo Império

O Segundo Império, também conhecido como Império Cyrodilico ou Império de Cyrodiil, é o nome dado ao período entre o fim da Primeira Era e o início da Segunda quando toda Tamriel exceto Morrowind era controlada por uma única dinastia nativa.

Dinastia Reman

A Dinastia Reman foi fundada por Reman Cyrodiil depois de ele ter derrotado a invasão Akaviri a Tamriel na batalha da Passagem Pálida em 1E 2703. Até esse ponto, Tamriel era dividida em vários pequenos reinos, mas uma vez que Reman juntou os exércitos de Colovia e do Vale Nibenense para derrotar a invasão, ele foi capaz de unir todos os habitantes humanos de Tamriel sob a face de uma possível invasão por parte dos Aldmer.

Embora a Batalha da Passagem Pálida tenha estabelecido Reman como o líder de Tamriel, muitas partes do continente se negaram a reconhecer seu mandato. A Floresta de Valen não se subordinou até 1E 2714. Em 1E 2811, forças Cyrodilicas derrotaram o último exército organizado de Argonianos na Batalha de Argonia, e no ano seguinte viu Argonia sendo admitida no Império como uma província sob o nome de Pântano Negro. O resto da província foi conquistado por partes, com toda a área estando sob domínio Imperial em 1E 2837.

A última guerra de conquista começou em cerca de 1E 2840, quando Reman II iniciou uma tentativa de trazer Morrowind, a única província fora de controle Imperial, para dentro do Império. O progresso foi lento, e os três deuses vivos do Tribunal, Vivec, Almalexia e Sotha Sil se provaram líderes capazes. Em 1E 2920, ambos os lados estavam exaustos, e depois da captura imperial do forte Ald Marak, uma trégua foi feita para trazer fim à guerra.

Como resultado da guerra, ambos Reman III e seu herdeiro, Príncipe Juliek, foi assassinados por ordem do Potentado Versidue-Shaie, trazendo um fim à Dinastia Reman e instigando o período do Segundo Império conhecido como Potentado Akaviri.

Potentado Akaviri

Potentado Akaviri é o nome dado ao período de tempo do Segundo Império depois do assassinato de Reman III no fim da Dinastia Reman. Adicionalmente, é o título dado aos governantes de Tamriel tanto durante este período quanto durante os anos anteriores do Império.

Sob os Remans, o principal conselheiro do Imperador era chamado de Pontentado. Na batalha da Passagem Pálida, Reman I decisamente derrotou uma invasão Akaviri, mas outros eventos o forçaram a oferecer anistia ao exército derrotado em troca dos serviços deles dentro de seu exército. Isso levou a influência Akaviri em outras esferas da vida, e com o tempo a posição de Potentado era normalmente preenchida por uma das pessoas-cobra. No ano de 1E 2920, o Potentado Versidue-Shaie planejava derrubar o Império. Ele contribuiu com o assassinato do Príncipe Juilek e depois do Imperador em si. Em 22 de Estrela da Noite de 2920, Versidue-Shaie declarou que ele havia tomado comando do Império, mas que menteria seu título de Potentado. No mesmo discurso, ele declarou o fim da Primeira Era e o início da Segunda Era.

Para oprimir exércitos leais aos Remans e também os exércitos pertencentes a reinos individuais buscando autonomia, Versidue-Shaie foi forçado a entrar em uma série de campanhas que, no ano de 2E 283, finalmente resultou na vitória de suas forças. O preço das campanhas foi imenso, resultando no empobrecimento de ambos Império e seus reinos constituintes, e em uma tentativa de manter a ordem sem os gastos de um exército pleno, Versidue-Shaie concordou com uma proposta de seu conterrâneo Dinieras-Ves, que estabeleceu o que viria a ser conhecida como a Guilda dos Lutadores.

Em 2E 324, Versidue-Shaie foi assassinado pela nascente Morag Tong e sucedido por seu filho, Chorak. Ele foi, então, assassinado com todos os seus herdeiros em Aurora Solar de 2E 430, trazendo um final definitivo ao Segundo Império, e sinalizando o início o Interregno. Governantes subsequentes da Província Imperial mantiveram o nome de Império de Cyrodiil, mas ele nunca foi governado por um imperador Draconato e não se estendeu além dos limites de Cyrodiil.

Interregno

Império de Cyrodiil

O Império de Cyrodiil se refere a um estado Imperial que existiu durante os primeiros dias do Interregno. Apesar de identificado como um império, ele difere do Império Alessiano, Segundo Império e do Terceiro Império pois a única dependência do Império foi Cyrodiil em si, e nunca foi liderado por um imperador Draconato.

Com o colapso do Segundo Império em 2E 430, suas províncias reafirmaram suas independências, deixando a terra principal do Império, Cyrodiil, por si só. A região permaneceu um bastião da cultura Imperial conforme o resto de Tamriel rejeitava sua influência. Depois, instituições que haviam sido marcos do Segundo Império, incluindo a Legião Imperial, o Conselho Ancião, e o escritório do imperador, sobreviveram o caos relativamente intactos. Como tal, o Império de Cyrodiil, como seria chamado, sucederia o Segundo Império, obviamente. Na falta de clamantes legítimos pelo Trono de Ruby, o Império de Cyrodiil foi governado por uma sucessão de fingidores que viriam a se tornar imperadores por conquista.

O menos recente fingidor conhecido foi Durcorach, um líder do Povo da Campina, que reinou o Império por um tempo antes de ser derrotado em batalha fora de Daggerfall em 2E 541. Ele e seus sucessores, uma dinastia chamada de Imperadores do Casarão, ficaram no trono até a morte de Leovic pelas mãos de Varen Aquilarios de Chorrol. De todos os fingidores que tiverem controle do Império, os Imperadores do Casarão foram alguns dos mais bem sucedidos, tendo permanecido no poder por várias décadas.

O usurpador de Leovic, Varen Aquilarios, teria sido Duque de Chorrol antes de liderar os Estados Colovianos em rebelião contra Leovic quando ele legalizou o culto Daedrico. Depois de pessoalmente matar Leovic e clamar o título de Imperador de Cyrodiil, Varen definiu seu status como líder legítimo do Império quando encontrou o Amuleto dos Reis. Ele foi encorajado nesse desejo pelo poderoso necromante Mannimarco, que prometeu que o Amulet poderia ser usado em um ritual para persuadir Akatosh a tornar Varen um Draconato. Mannimarco traiu Varen, entretanto, e o ritual quebrou o trato com Akatosh e Nirn se perdeu em Oblivion num evento chamado de Almarrebenta. Varen havia sido dado como morto no evento, e sua esposa, Clivia Tharn, ascendeu ao Trono de Rubi como Imperatriz Regente.

O reinado de Clivia Tharn inaugurou um tempo de instabilidade crescente dentro do Império. Balançando entre ofertas de poder e imortalidade, Clivia caiu na servidão de Mannimarco, que a persuadiu a culpar a Guilda dos Magos por Almarrebenta e expeli-los da Cidade Imperial, permitindo que o Culto dos Vermes operasse livremente. Mannimarco tinha o desejo de se tornar um deus e governar não somente Nirn, mas também o reino de Ancoradouro Frio, que pertencia a seu mestre, Molag Bal. Além dos limites do Império, as outras nações de Tamriel começaram a se unir em três diferentes alianças em resposta à corrupção e agressão Imperial: o Pacto Coração-Ébano, a Aliança Daggerfall, e o primeiro Domínio Aldmeri. Cada aliança buscava conquistar o Império de Cyrodiil e colocar um deles no Trono Imperial, alavancando a Guerra das Alianças que quebrou toda Tamriel em 2E 582.. Com a Cyrodiil central perturbada por guerra, a maior parte de seus habitantes se espalhou. Alguns deles se esconderam nas montanhas ao norte e leste, enquanto outros fugiram para a Floresta Negra, ao sul. Os mais ricos dos Imperiais, em maioria Nibenenses, compraram terras em Colovia ocidental, perto das cidades de Kvatch e Bigorna, longe da guerra. Entretanto, isso acabou não sendo uma boa ideia, pois Bigorna declarou a si mesmo como uma cidade livre e começou a atrair todos os tipos de marinheiros, contrabandistas, e até piratas.

O Império não ficou parado enquanto os exércitos das alianças entrava em seu território. Ele tentou expandir seu alcance em duas frontes: Pedralta e Floresta de Valen. A invasão de Pedralta e Martelfell foi liderada pela infame Maga-General Septima Tharn. Ao sul, uma Legião Imperial foi reunida em Colovia para anexar o Vale de Arenthia da Floresta de Valen, que, por decreto do Conde de Pelgrado e do Conselho Ancião, foi renomeado Weald do Sul. Essas venturas falharam miseravelmente.

Pouco se sabe sobre o fim da guerra e a história subsequente do Império de Cyrodiil, mas no tempo das conquistas de Tiber Septim no Nono Século da Segunda Era, o Império teria deixado de existir há muito tempo. Cyrodiil foi dividida entre o oriente Nibenense e o ocidente Coloviano, e permaneceram assim até a reunificação pelo senhor de guerra Cuhlecain, a quem Tiber Septim serviu como general na época.

Terceiro Império

O Terceiro Império foi formado por Tiber Septim em 2E 854 depois do caos do Interregno, e foi forjado por um conflito de décadas para unir Tamriel conhecido como as Guerras Tiber. Ele durou por toda a Terceira Era e por dois séculos da Quarta Era, quando começou a cair.

Dinastia Septim

A Dinastia Septim foi fundada por Tiber Septim usando o Numidium para conquistar Tamriel, depois de ter declarado o início de uma nova era, 3E 0. Seu reinado de 38 anos foi próspero e relativamente pacífico. Seu neto Pelagius o sucedeu, e manteve a era dourada, até ser assassinado pela Irmandade Sombria depois de menos de 3 anos. Pelagius foi o primeiro e único descendente direto de Tiber Septim a governar, pois ele foi filho único e nunca teve filhos próprios. Portanto, o Trono de Rubi foi passado à sobrinha de Tiber, Kintyra, em 3E 41. Kintyra e seu filho, Uriel, foram líderes de sucesso que alcançaram um nível de unidade dentro do Império que não pôde ser igualado por séculos. Uriel II, que tomou o trono em 3E 64, teve seu reinado afetado por pragas e insurreições, e atingiu pouco em seu reinado de 18 anos. Acabou deixando muitos problemas, e uma grande quantidade de dívidas para Pelagius II. Em resposta, Pelagius dispensou todo o Conselho Ancião, e permitiu somente aqueles que pagassem uma taxa para voltar a suas cadeiras. Enquanto essa tática trouxe alguma prosperidade para Tamriel, terminou quando Pelagius foi envenanado em 3E 98, tendo sido supostamente assassino por um membro do Conselho. Seu filho, Antiochus, era mais interessado em curtição do que política, conhecido pelo Império como um garanhão mesmo antes de tomar o trono. Seu reinado foi marcado por guerras civis e outros conflitos, e a província de Semprestio foi quase perdida para invasores Maormer em 3E 110. Antiochus morreu dez anos depois, deixando o trono no aperto tênue de sua filha de 15 anos, Kintyra II. A sucessão foi contestada pelos irmãos de Antiochus e levaria a uma guerra civil.

Em 3E 121, Kintyra II foi imprisionada por Potema Septim, a infame Rainha Lobo de Soledade, e assassinada dois anos depois. Isso engatilhou a Guerra do Diamante Vermelho, uma guerra civil entre Potema e seu filho, Uriel III, de um lado e seus irmãos Cephorus e Magnus do outro. Os exércitos dos irmãos eventualmente venceram e a sucessão continuou.

O Império ganhou e perdeu poder e terras imprevisivelmente durante o próximo século até a ascensão de Katariah Ra'Athim. A primeira (e única) governante Élfica do Império, Katariah foi a primeira em 100 anos a governar Tamriel de forma segura e com mão-de-ferro, com exceção do Pântano Negro. Isso seria a ruína dela, pois ela morreu em 3E 200 em um pequeno conflito no Pântano Negro.

Outra guerra civil começou depois do voto do Conselho Ancião para deserdar Andorak, o filho mais velho de Uriel IV, e oferecer a coroa Imperial a seu primo, Cephorus, pois eles consideravam Cephorus mais próximo da real linhagem Septim. A guerra durou nove anos até que Andorak foi persuadido a oferecer o trono a Shornhelm em Pedralta.

Em 3E 268, Uriel V começou sua invasão a Akavir. Essa invasão dominou seu reino, e definitivamente terminou com ele. Sua vida foi terminada em 3E 290, e novamente o Império caiu num lento declive. Uriel VI não conseguiu tomar o trono até 3E 307, devido a sua pouca idade no tempo da morte de seu pai, e às tentativas de sua mãe Thonica de continuar no poder como Regente. Quando Uriel VI caiu de seu cavalo e morreu em 3E 313, sua meia-irmã ascendeu ao poder como Imperatriz Morihatha. Uriel VI deixou vassalos rebeldes e cidadãos descontentes para sua irmã lidar. Ainda assim, ela agiu decisivamente, e no fim de seu reinado em 3E 339, Tamriel esta perto de um tipo de união. Seu sobrinho, Pelagius IV—apesar de ter relutado no início—trouxe o Império para mais perto da união do que havia sido possível nos últimos 300 anos, desde os dias de Uriel I.

Uriel Septim VIII, filho de Pelagius IV, subiu ao poder depois da morte de seu pai em 3E 368. Em 3E 389, o mago de batalha de Uriel VIII, Jagar Tharn, emprisionou o Imperador em uma dimensão de sua criação. Por dez anos, depois conhecidos como o Simulacro Imperial, Jagar Tharn governou Tamriel no lugar de Uriel, mas não mostrou o conhecimento do mesmo. Antes de Tharn definitivamente derrubar o Império, Uriel foi resgatado e restaurado ao trono em 3E 399.

Durante o reinado de Uriel Septim VII, que durou 65 anos, ele uniu o Império pela primeira vez em séculos. No fim do Simulacro Imperial, Distorção no Oeste e Crise de Vvardenfell, o Império estava ainda mais perto da unidade do que no fim do reinado de Pelagius VI. Depois de sua morte, seu filho, Martin Septim, terminou a Crise do Oblivion, a Terceira Era, e—sem mais herdeiros—a Dinastia Septim.

O Império se recuperou dos atos de Tharn, mas efetivamente terminou quando Martim Septim se sacrificou em uma tentativa bem sucedida de selar a fenda que havia sido aberta para o plano de Mehrunes Dagon em Oblivion. O Alto Conselheiro Ocato se tornou Potentado Ocato quando nenhum candidato pode ser encontrado para substituir Martin. Ocato manteve o Império mais ou menos intacto pelos anos tumultuosos depois da Crise do Oblivion, mas foi assassinado por volta de 4E 10, que iniciou o Interregno da Coroa-Tormenta, que durou sete anos.

Dinastia Mede

Em algum ponto dos sete anos seguidos do assassinato de Ocato, um guerreiro-bruxo Nibenense chamado Thules o Birrento foi coroado Imperador, apesar de não ser apreciado pelo povo, o Conselho Ancião o favoreceu sobre Titus Mede, um chefe de guerra Coloviano que queria o trono. Eventualmente, em 4E 17, Titus Mede capturou a Cidade Imperial de Thules e se coroou o primeiro Imperador de uma nova dinastia, eventualmente persuadindo o Conselho Ancião a aceitá-lo como liberador ao invés de conquistador.

Em 4E 168, Imperador Titus Mede II ascendeu ao trono. O Império naquele tempo era uma sombra de sua glória. A Floresta de Valen e Elsweyr foram cedidas para o terceiro Domínio Aldmeri, o Pântano Negro havia sido perdido do poder Imperial desde a Crise do Oblivion, Morrowind ainda precisava se recuperar da erupção da Montanha Vermelha, e Martelfell foi afetada pela luta entre os Coroas e os Predecessores. Somente Pedralta, Cyrodiil e Skyrim permaneceram prósperos e pacíficos.

Em 4E 171, a Grande Guerra começou quando exércitos do Domínio Aldmeri invadiram as províncias Imperiais de Martelfell e Cyrodiil depois de Titus II ter rejeitado um ultimato para dar concessões massivas ao Thalmor. Um exército liderado pelo general Lorde Naarifin emergiu de campos ocultos no norte de Elsweyr e assaltaram o sul de Cyrodiil, acabando com defesas Imperiais pela divisa com a Floresta de Valen. Leyawiin caiu para os invasores, e Bravil foi cercada e atacada. Simultaneamente, um exército sob a liderança de Madame Arannelya cruzou Cyrodiil ocidental, passando por Bigorna e Kvatch, e entrando em Martelfell. Esse exército foi aumentado com forças menores parando na costa de Martelfell. Tropas Imperiais foram forçadas a recuar para o Deserto Alik'r. A Cidade Imperial foi sitiada, e caiu depois da fuga do Imperador com o restante de seu exército para Skyrim. A guerra terminou um ano depois com a liberação da Cidade Imperial depois da Batalha do Anel Vermelho, e com a subsequente aceitação Imperial do Tratado Ouro-Branco. Este tratado continhas termos quase idênticos àqueles rejeitados antes da guerra, especificamente a ilegalização do culto a Talos, que se tornou uma das maiores causas da Rebelião Tempesmanto em Skyrim. Martelfell saiu do Império e lutou para combater as forças do Thalmor por si, ganhando sua independência em 4E 180. Isso deixou o Império numa condição diminuída e menos estável, apesar de ter retido controle das províncias de Cyrodiil, Pedralta e Skyrim.

Em 4E 201, a Rebelião Tempesmanto quebrou em Skyrim. Os beligerantes eram os Tempesmantos, liderados por Ulfric Tempesmanto, que lutou pela independência de Skyrim, e a Legião Imperial, liderado por General Tullius, com a intenção de manter o Império unido perante as tensões políticas entre eles e o Thalmor.