Skyrim:The Monomyth

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Informações do Livro
ID 0001B26E
Veja também Versão da Lore
Value 8 Weight 1
Tipo List 2
Localizações
Encontrado nos seguintes lugares:
  • Fellglow Keep Dungeons, on a shelf in the practice room.
  • Fellglow Keep, in the room with the Flame Atronach.
  • High Hrothgar, in the living area.
The Monomyth
Um livro teológico contendo mitos comuns da criação

Michael Kirkbride originalmente postou este livro e listou o autor como uma enigmática "Sociedade do Templo Zero". (The Imperial Library) Entretanto, nenhum autor é listado na versão que aparece em jogo.


"Em Mundus, conflito e disparidade são o que trazem mudança, e mudança é a mais sagrada das Onze Forças. Mudança é a força sem foco ou origem."—Oegnithr, Taheritae, Ordem do PSJJJJ

Posto simplesmente, a cisma da visão do mundo Humana/Aldmeri é o relacionamento do mortal com o divino. Humanos tomam o caminho humilde que foram criados por forças imortais, enquanto os Aldmer clamam ser descendentes deles. Não parece muito, mas é uma distinção que colore o resto das divergentes mitologias deles.

Todas as religiões Tamriélicas começam da mesma forma. Humano ou mer, as coisas começam com o dualismo de Anu e Seu Outro. Essas forças gêmeas atendem vários nomes: Anu-Padomay, Anuiel-Sithis, Ak-El, Satak-Akel, É-Não É. Anuiel é a Luz Infinita Inefável, Sithis é a Ação Inexpressável Corrupta. No meio está o Talvez Cinza ('Nirn' em Ehlnofex).

Na maior parte das culturas, Anuiel é honrado por sua parte na ação recíproca que cria o mundo, mas Sithis é tido em maior estima pois ele é quem causa a reação. Sithis é, por isso, o Criador Original, uma entidade que intrinsecamente causa mudança sem desenho. Até o hist reconhece este ser.

Anuiel também é percebido como a Ordem, oposto do Caos-Sithis. Talvez seja mais fácil para mortais verem a mudança do que perfeito estase, pois Anuiel normalmente é relegado ao fundo mítico das façanhas de Sithis. Nas histórias Yokudanas, que estão entre as mais vívidas no mundo, Satak somente é referido algumas vezes, como "o Hum"; ele é uma força tão prevalente que não está lá.

De qualquer forma, destes dois seres vieram os et'Ada, ou Espíritos Originais. Para humanos, estes et'Ada são os Deuses e Demônios; para os Aldmer, são os Aedra/Daedra, ou os 'Ancestrais'. Todos os panteões Tamrielicos completam suas listas destes et'Ada, apesar de os membros divinos mudarem de cultura para cultura. Como Anu e padomay, todavia, todos esses panteões possuem arquétipos do Deus Dragão e o Deus Sumido.

O Deus Dragão e o Deus Sumido

O Deus Dragão é sempre relacionado ao Tempo, e é universalmente reverenciado como o "Primeiro Deus". Ele é normalmente chamado de Akatosh, "cujo poleiro da Eternidade permitiu o dia". Ele é o Deus central do Império Cyrodilico.

O Deus Sumido é sempre relacionado ao Plano Mortal, e é a figura chave na cisma Humana/Aldmeri. O 'sumido' se refere à sua falta no panteão (outro sofrimento mental interpretado de várias formas), ou a remoção de seu 'brilho divino' pelos outros imortais. Ele é normalmente chamado de Lorkhan, e seus epitáfios são muitos, igualmente malditos e devotos.

Note que Tamriel e o Plano Mortal não existem ainda. O Talvez Cinza ainda é o playground dos Espíritos Originais. Alguns estão mais ligados à luz de Anu, outros ao desconhecido Vazio. Seu fluxo constante e ação recíproca aumenta o número deles, e suas personalidades levam tempo para se formar. Quando Akatosh se forma, o Tempo começa, e fica mais fácil para alguns espíritos perceberem a si mesmos como seres com um passado e um futuro. Os mais fortes dos espíritos reconhecíveis se cristalizam: Mephala, Arkay, Y'ffre, Magnus, Rupgta [sic], etc., etc. Outros continuam como conceitos, ideias, ou emoções. Um dos mais fortes destes, recém formado e que os outros chamam de Lorkhan, detalha um plano para criar Mundus, o Plano Mortal.

Humanos, com a exceção dos Rubraguardas, veem este ato como misericórdia divina, uma iluminação onde criaturas inferiores podem alcançar a imortalidade. Aldmer, com a exceção dos Elfos Negros, veem este ato como corrupção mortal, um truque que separou a conexão deles com o Plano Espiritual.


O Mito do Aurbis

Chamado de "A Compensação Psijica," o "Aurbis Mítico" foi uma tentativa dos apologistas de Artaeum de explicar os básicos da religião Aldmeri ao Uriel V na parte inicial e gloriosa de seu reinado. A explicação quietamente evadiu qualquer culpa ou imparcialidade contra o conceito de Lorkhan, que ainda era tido estimadamente pelos Cyrodiils como "Shezarr", o irmão sumido dos Divinos. Apesar disso, os Psijicos ainda deram um ótimo sumário da visão dos Antigos, e isso servirá nosso propósito aqui. Esta versão vem dos arquivos do Seminário Imperial das notas manuscritas de um escriba desconhecido.

O Aurbis Mítico existe, e tem existido desde o tempo sem medida, como um Reino Inatural de façanhas.

'Aurbis' é usado para conotar a Penumbra imperceptível, o Centro Cinza entre o É/NÃO É de Anu e Padomay. Ele contém a multitude de reinos de Aetherius e Oblivion, entre outras formas menos estruturadas.

Os seres mágicos do Aurbis Mítico vivem por um longo tempo e tem vidas narrativas complexas, criando os padrões do mito.

Esses espíritos são feitos de pedaços de polaridade imortal. O primeiro deles foi Akatosh o Dragão do Tempo, cuja formação tornou mais fácil a estruturação dos outros espíritos. Deuses e demônios se formam, reformam e procriam.

Finalmente, os seres mágicos do Aurbis Mítico contaram a história suprema -- aquela da própria morte. Para alguns isso foi uma artística transfiguração para a substância concreta, não-mágica do mundo. Para outros, foi uma guerra na qual todos foram derrotados, seus corpos se tornando a substância do mundo. E, para ainda outros, isso foi um romântico casamento e paternidade, com os espíritos-pai naturalmente tendo de morrer para dar início às raças mortais sucessoras.

O agente desta decisão comunal foi Lorkhan, cujos primeiros mitos vilificam como um trapaceiro ou enganador. Versões mais simpáticas desta história apontam Lorkhan como a razão da existência do plano mortal.

Os seres mágicos criaram as raças do Aurbis mortal na sua própria imagem, conscientemente como artistas ou artesãos, ou a partir da matéria podre da qual os mortais brotaram, ou em uma variedade de outros sensos análogos.

Os seres mágicos, então, tendo morrido, se tornaram os et'Ada. Os et'Ada são as coisas percebidas e reverenciadas pelos mortais como deuses, espíritos, ou gênios do Aurbis. A partir de suas mortes, esses seres mágicos se separaram em natureza dos outros seres mágicos dos reinos Inaturais.

Os Daedra foram criados neste tempo também, sendo espíritos e Deuses mais sintonizados com Oblivion, ou o reino mais perto do Vazio de Padomay. Este ato foi o nascimento da Era Mítica (Merética). Foi percebido pelos primeiros mortais de várias formas diferentes, como uma proveitosa 'segunda criação', ou (especialmente pelos Elfos) um doloroso corte da divindade. O originador do evento é sempre Lorkhan.


Lorkhan

Esta deidade Criadora-Trapaceira-Testadora está em todas as tradições míticas Tamrielicas. Seu nome mais popular é o Aldmeri "Lorkhan", ou Tambor da Condenação. Ele convenceu ou enganou os Espíritos Originais a fazer a criação do Plano Mortal, bagunçando o status quo, bem como seu pai Padomay introduziu a instabilidade no universo no Local Inicial. Depois que o mundo se materializou, Lorkhan foi separado de seu centro divino, algumas vezes involuntariamente, e vaga pela criação dos et'Ada. Interpretações destes eventos diferem muito culturalmente. Abaixo, estão as mais conhecidas:

O Yokudano "Satakal o Cosmocouro"

"Satak era a Primeira Serpente, a Cobra que veio Antes, e todos os mundos que viriam repousavam no vislumbre de suas escamas. Mas ela era tão grande que não havia nada além dela, e por isso era enrolada em si mesma, e os mundos que viriam deslizavam entre si mas nenhum tinha espaço para respirar ou existir. E então os mundus chamaram algo para salvá-los, para deixá-los sair, mas é claro que não havia nada fora da Primeira Serpente, então a ajuda teve de vir de dentro; e era Akel, o Estômago Faminto. Akel se fez conhecido, e Satak só conseguia pensar no que era, e era a maior fome, então só comia e comia. Em pouco tempo havia espaço para viver nos mundos, e as coisas começaram. Essas coisas eram novas e cometiam erros com frequência, pois quase não existia tempo para praticar. Então a maior parte das coisas acabava cedo, ou não eram boas e desistiam de si. Algumas coisas estavam prestes a começar, mas elas foram comidas pois Satak chegou àquela parte de seu corpo. Era um tempo violento."

"Então Akel fez Satak morder o próprio coração, e esse foi o fim. A fome, no entanto, se recusou a parar, mesmo em morte, e então a Primeira Serpente trocou a sua pele para recomeçar. Conforme os tempos antigos morriam, Satakal nasceu, e quando as coisas perceberam este padrão, eles perceberam quais eram suas partes. Eles começaram a tomar nomes, como Ruptuga ou Tuwhacca, e eles vagaram procurando por seus parentes. Conforme Satakal comia a si mesmo, os espíritos mais fortes aprenderam a evitar o ciclo se movendo em ângulos estranhos. Eles chamaram este processo de Walkabout, uma forma transitar entre mundos. Ruptuga era tão grande que ele conseguiu colocar as estrelas no céu para que espíritos mais fracos pudessem encontrar o caminho mais facilmente. Esta prática se tornou tão fácil para os espíritos que se tornou um lugar, chamado de as Costas Longíquas, um tempo de espera até a próxima pele."

"Ruptuga conseguiu gerar muitos filhos pelos ciclos, e então ficou conhecido como Tall Papa. Ele continuou a colocar estrelas para mapear o Vazio para os outros, mas depois de muitos ciclos haviam quase muitos espíritos para ajudar. Ele fez para si um ajudante a partir dos detritos de peles passadas, e esse era Sep, ou a Segunda Serpente. Sep tinha muito do Estômago Faminto nele, múltiplas fomes de múltiplas peles. Ele era tão faminto que não conseguia pensar direito. Algumas vezes ele comia espíritos que ele tinha que ajudar, mas Tall Papa sempre conseguia alcançá-los e trazê-los de volta. Finalmente, cansado de ajudar Tall Papa, Sep voltou e pegou o resto das peles antigas e juntou todas, enganando espíritos a ajudá-lo, prometendo que era assim que se alcançava o novo mundo, fazendo um a partir do antigo. Esses espíritos gostaram desta forma de vida, pois era mais fácil. Sem mais pular de lugar para lugar. Muitos espíritos ajudaram, acreditando que era uma boa ideia. Tall Papa simplesmente mexeu a cabeça."

"Em pouco tempo os espíritos na bola-de-pele começaram a morrer, pois estavam muito longe do mundo real de Satakal. E eles perceberam que era muito longe para pular de volta para as Costas Longíquas agora. Os espíritos que ficaram pediram para Tall Papa os trazer de volta. Mas o ranzinza Ruptuga não o faria, e ele disse aos espíritos que eles precisavam achar novas formas para as Costas Longíquas agora. Se não pudessem, então eles deveriam viver através de suas crianças, o que não era o mesmo de antes. Sep, entretanto, precisava de mais punição, e então Tall Papa esmagou a Cobra com um grande bastão. A fome caiu da boca morta de Sep e foi a única coisa que sobrou da Segunda Serpente. Enquanto o resto do novo mundo pôde voltar para a divindade, Sep conseguia somente se mexer em uma pele morta, ou nadar pelo céu, um vazio faminto que invejosamente tentava comer as estrelas."


A "Canção de Shezarr" Cyrodílica

"Esta era uma coisa nova que Shezarr descreveu ao Deus, se tornando mães e pais, sendo responsáveis, e fazendo grandes sacrifícios sem garantia de sucesso, mas Shezarr fala lindamente com eles, e os moveu além de mistério e lágrimas. Então os Aedra deram à luz o mundo, as bestas, e os seres, fazendo estas coisas de partes de si mesmos. Este nascimento foi muito doloroso, e depois os Aedra não eram mais jovens e fortes e poderosos, pois eles existiam desde o início dos dias.

"Alguns Aedra ficaram desapontados e severos pelas suas perdas, e furiosos com Shezarr, e toda sua criação, pois eles sentiam como se Shezarr tivesse os traído. Estes Aedra, os Deuses dos Aldmer, liderados por Auri-El, ficaram enojados com a própria debilidade, e com o que haviam criado. Tudo está estragado, por ora, e por todo o tempo, e o máximo que podemos fazer é ensinar as Raças Élficas a sofrer nobremente, com dignidade, e punir a nós mesmos pela nossa tolice, e vingar a nós mesmos em Shezarr e seus aliados. Assim são os Deuses dos Elfos, negros e cismados, e assim são os Elfos, sempre insatisfeitos com a mortalidade, e sempre orgulhosos e estoicos apesar da aspereza deste mundo cruel e indiferente.

"Outros Aedra olharam a criação, e ficaram satisfeitos. Estes Aedra, os Deuses dos Homens e Bestas, liderados por Akatosh, aplaudiram e cuidaram de seus enfermos, as Raças Mortais. 'Nós sofremos, e somos diminuídos, por todo o tempo, mas o mundo mortal que fizemos é glorioso, enchendo nossos corações e espíritos com esperança. Vamos ensinar às Raças Mortais a viver bem, a prender-se a beleza e honra, e a amar um ao outro como os amamos.' Assim são os Deuses dos Homens, ternos e pacientes, e assim são os Homens e as Bestas grandes nos seus corações na felicidade ou no sofrimento, e ambiciosos por mais sabedoria e um mundo melhor.

"Agora quando os Lordes Daedra ouviram Shezarr, eles fizeram pouco dele, e dos outros Aedra. 'Cortar partes de si mesmo? E perdê-las? Para sempre? Isso é idiotice! Vocês vão se arrepender! Somos mais inteligentes que vocês, pois criaremos um mundo a partir de nós mesmos, mas não vamos cortá-lo, ou deixa-lo rir de nós, mas faremos este mundo dentro de nós mesmos, para sempre nosso, e sob nosso completo controle.'

"Então os Lordes Daedra criaram os Reinos Daedricos, e todas as patentes de Daedra Inferiores, grandes e pequenos. E, pela maior parte, os Lordes Daedra ficaram satisfeitos com este arranjo, pois eles sempre tiveram cultuadores e serventes e brinquedos por perto. Mas, ao mesmo tempo, eles algumas vezes olhavam com inveja para os Reinos Mortais, pois os mortais sejam fracos e desprezíveis, suas paixões e ambições também eram mais surpreendentes e interessantes que as palhaçadas dos Daedra Inferiores. Por isso os Lordes Daedra cortejam e seduzem alguns espécimes divertidos das Raças Mortais, especialmente os apaixonados e poderosos. Os Lordes Daedra sentem um prazer especial ao roubar de Shezarr e dos Aedra os maiores e mais ambiciosos mortais. 'Vocês não são somente tolos por mutilarem a si mesmos,' regozijaram os Lordes Daedra, 'Mas vocês não conseguem nem manter as melhores peças, que preferem a glória e o poder dos Lordes Daedra a vulgaridade desprezível dos tolos Aedra.'"

O "Coração do Mundo" Altmeri

"Anu envoltava, e envolta todas as coisas. Para que ele pudesse conhecer a si mesmo ele criou Anuiel, sua alma e alma de todas as coisas. Anuiel, como todas as almas, ganhou a auto-reflexão, e por isso ele precisou diferençar entre suas formas, atributos, e intelectos. Então nasceu Sithis, que era a soma de todas as limitações que Anuiel utilizaria para ponderar a si mesmo. Anuiel, que era a alma de todas as coisas, se tornou muitas coisas, e esta ação recíproca era e é o Aurbis."

"De início, o Aurbis era turbulento e confuso, já que as ruminações de Anuiel se faziam sem planejamento. Aspectos do Aurbis então pediram por agendas para seguir ou procedimentos onde eles poderiam se aproveitar por mais tempo fora do perfeito conhecimento. Para que ele pudesse conhecer a si mesmo desta forma, também, Anu criou Auriel, a alma de sua alma. Auriel sangrou pelo Aurbis como uma nova força, chamada tempo. Com o tempo, vários aspectos do Aurbis começaram a entender suas naturezas e limitações. Eles tomaram nomes, como Magnus ou Mara ou Xen. Um desses, Lorkhan, era mais um limite do que uma natureza, então ele nunca conseguiu durar muito em nenhum lugar."

"Conforme ele entrava em todos os aspectos de Anuiel, Lorkhan plantou uma ideia que era quase toda baseada em limitação. Ele traçou um plano para criar uma alma para todo o Aurbis, um longar onde até os aspectos dos aspectos pudessem se auto-refletir. Ele ganhou muitos seguidores; até mesmo Auriel, quando soube que ele seria o rei do novo mundo, concordou em ajudar Lorkhan. Então eles criaram Mundus, onde seus próprios aspectos pudessem viver, e se tornaram os et'Ada."

"Mas isso foi um truque. Como Lorkhan sabia, este mundo continha mais limitações do que não continha, e por isso dificilmente era uma coisa de Anu. Mundus era a Casa de Sithis. Conforme seus aspectos começaram a morrer, muitos dos et'Ada desapareceram completamente. Alguns escaparam, como Magnus, e é por isso que não existe limitações para a magia. Outros, como Y'ffre, transformaram a si mesmos nos Ehlnofey, os Ossos da Terra, para que o mundo todo pudesse viver. Alguns tiverem que casar e ter filhos para durar. Cada geração era mais fraca que a anterior, e em pouco tempo vieram os Aldmer. Escuridão caiu. Lorkhan fez exércitos das almas mais fracas e os chamou de Humanos, e eles trouxeram Sithis para todos os lados."

"Auriel pediu a Anu para trazê-los de volta, mas ele já tinha tapado os lugares deles com outra coisa. Mas sua alma era mais gentil e deu a Auriel seu Arco e Escudo, para que ele pudesse salvar os Aldmer das hordas de Homens. Alguns já havia caído, como os Chimer, que ouviram et'Ada obscuros, e outros, como os Bosmer, que haviam manchado a linha do Tempo tomando esposas humanizadas."

"Auriel não pode salvar Altmora, a Floresta Antiga, e ela foi perdida para os Homens. Eles foram caçados sul e leste até Ehlnofey Ancestral, e Lorkhan estava logo atrás. Ele quebrou aquela terra em várias. Finalmente, Trinimac, o maior cavaleiro de Auriel, derrubou Lorkhan na frente de seu exército e alcançou com muito mais que mãos para arrancar seu Coração. Ele foi desfeito. Os Homens arrastaram o corpo de Lorkhan e juraram vingança contra os herdeiros de Auriel por todo o tempo."

"Mas quando Trinimac e Auriel tentaram destruir o Coração de Lorkhan, ele riu deles. Ele disse, "Este Coração é o coração do mundo, pois um foi feito para satisfazer o outro." Então Auriel prendeu a coisa a uma flecha e a atirou para o fazê-la voar para oceano, onde nenhum aspecto do novo mundo pudesse encontrá-la."