Lore:Ordem Psíjica

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Um monge Psíjico, no ano de 4E 201
"Existem camadas para entender todas as coisas,' disse Sotha Sil. 'O homem comum olha para um objeto e o coloca num lugar que bata com a forma que ele pensa. Aqueles que entendem os Caminhos Antigos, pelo jeito dos Psíjicos, com Misticismo, pode ver um objeto e identificar sua função correta. Mas uma outra camada é necessária para atingir o entendimento. Você deve identificar o objeto pela sua função e pela sua verdade, e interpretar o significado." — 2920, O Último Ano da Primeira Era
"Em Mundus, conflito e disparidade são o que trazem mudança, e mudança é a mais sagrada das Onze Forças. Mudança é a força sem foco ou origem." — O Monomito, Oegnithr, Taheritae, Ordem do PSJJJJ

A Ordem Psíjica ou PSJJJJ é o grupo monástico mais antigo de Tamriel, devotado ao estudo e prática do Misticismo, o qual eles chamam de "Caminhos Antigos" ou "Caminho Ancião".[1] Eles vivem na Ilha de Artaeum no arquipélago da Ilha do Semprestio.

Párticas e Crenças

A Ordem Psíjica escolhe seus membros "por um método complexo e ritualizado não compreendido pelas pessoas comuns."[2] Mesmo que os Psíjicos sejam extremamente reclusivos, membros da Ordem podem normalmente ser reconhecidos pelas ruas roupas distintivas, cujas eles chamam de "capas cinzas" [3] (apesar de aparentemente suas vestimentas atuais serem de um amarelado pálido[4]). Os Psíjicos são governados por um corpo conhecido como Conselho de Artaeum. O Conselho é liderado por um único Psíjico, conhecido como Mestre de Ritos,[1] ou Ermitão.[5]

Como um membro da Ordem Psíjica, é importante se manter "fiel" aos Caminhos Antigos. Membros acreditam que o mundo espiritual está sempre vigiando nosso mundo, e um capa cinza leal fará os Ritos de Moawita em 2 de Chama Quente e o Vigyld em 1 de Segunda Semeadura para empoderar os espíritos salutes e debilitar os espíritos sujos. A Ordem acredita que esse espíritos sejam os ancestrais dos vivos, e mesmo dos Daedra e Aedra são considerados nada mais que espíritos excepcionais que conseguiram um grande poder depois da morte.[5]

Os Psíjicos geralmente serviam como conselheiros dos governantes de Tamriel, ao invés de agir diretamente em assuntos políticos. Isso é lembrado como um dever sagrado chamado "seliffrnsae", que significa "conselho grave e fiel".[5] Os reis de Semprestio, particularmente os de Moridunon, normalmente buscavam a opinião dos Psíjicos, mas a influência da Ordem sob outros governantes, especialmente os Imperadores de Tamriel, tende subir e descer.[1] Os Psíjicos são desencorajados a jurar seus serviços a um senhor, exceto depois de consideração cuidadosa, pois seu dever aos Caminhos Antigos e seu dever ao seu senhor podem conflitar. Foi até sugerido que os Psíjicos deveriam se suicidar se tal conflito ocorresse a fim de evitar envergonhar a Ordem.[5] A Ordem geralmente se lembra das pessoas que eles aconselham como "homens inferiores", e associam a rejeição do conselho Psíjico a tirania e burrice.[5][6]

Dispensar conhecimento a líderes dessa forma é o método mais conhecido da Ordem de atingir sem objetivo professado: ajudar o mundo em períodos de mudança. Eles acreditam que nenhuma força é mais sagrada que a mudança, e apesar de ela dever ser abraçada, isso precisa ser feito com cuidado para evitar "oegnithr", ou "má mudança".[5][6]

Os Psíjicos também praticavam cruzamento de porcos na Ilha de Artaeum. Eles originalmente cruzaram o inteligente Porco Domino Psíjico, que é tão inteligente que consegue contar até cinco e aprender a reconhecer seu nome. É o companheiro animal favorito de feiticeiros, pois não tem medo de mágica-na verdade, ele parece gostar da atividade arcana, sentando e grunhindo conforme feitços vêm e vão perto dele.[7]

História

Primeiros anos

A Ordem foi fundada durante a primeira comunidade da Ilha do Semprestio pelos Aldmer. Durante este tempo, existiu um movimento para mudar a religião da sociedade Aldmeri: ao invés de cultu ancestral puro e ecumênico, os Aldmer de Semprestio começaram a cultuar os ancestrais clamados pela elite da sociedade Aldmeri, dos quais o panteão Aldmeri tradicional dos Aedra se originou. Um grupo de Anciãos Aldmer dissidentes rejeitou essa mudança e fugiu de Semprestio para se assentar na ilha de Artaeum.[8]

A Ordem foi mencionada pela primeira vez em escrita no ano de 1E 20 pelo sábio Bretão Voernet, que viajou até Artaeum para conhecer o Mestre de Ritos Psíjico, Iachesis.[1] Nesses primeiros dias, os Psíjicos foram descritos como conselheiros da realeza e professores do "Caminho Antigo", uma filosofia de meditação e estudo relacionados a magia do Misticismo. Eles também cuidavam da entrada da Carvena dos Sonhos, um portal para Oblivion. Acredita-se que Sotha Sil tenha sido amigo dos Psíjicos, possivelmente um membro, e também que ele tenha usado esse portal para falar com Príncipes Daedricos.[9][10]

A Guilda dos Magos e o desaparecimento de Artaeum

Anos depois, o agora famoso Vanus Galerion veio para Artaeum com um adivinho Altmer.[11] Aqui, Vanus conheceu Mannimarco, um colega estudante da época. Os dois se tornaram grandes amigos, se tornando mestres das Artes Místicas. Mas depois de anos, Galerion descobriu que Mannimarco estava usando Misticismo para manipular almas e os mortos. Enojado por isso, que era considerado profano, Vanus confrontou seu amigo de longa data abaixo da Torre Ceporah.[12] Galerion implorou a Mannimarco a se arrepender pelo ato, mas seus pedidos não foram ouvidos. Mannimarco, e os Psíjicos que concordavam com suas práticas, deixaram Artaeum, e nunca voltaram.[12] O próprio Galerion saiu para fundar a Guilda dos Magos, uma organização que espalha o conhecimento e prática da magia mais do que a Ordem Psíjica já fez.[2]

Os Psíjicos, junto com toda a ilha de Artaeum, desapareceram de Tamriel no início da Segunda Era, por volta do ano de fundação da Guilda dos Magos. Os Psíjicos e sua ilha reapareceram 500 anos depois.[1] Ninguém nunca explicou esse desaparecimento ou o que aconteceu com Iachesis e seu conselho. Os Psíjicos foram controlados por Mestre de Conhecimento Celarus por pelo menos 290 anos durante 3E 400,[1] mas não é claro se ele continuou nessa posição desde a volta de Artaeum.

Mudanças e Política

A influência da Ordem subiu e desceu através dos vários séculos. De acordo com lendas, em 3E 110, a Ordme Psíjica magicamente criou uma tempestade terrível que levou à derrota de Orgnum por Imperador Antiochus e do Rei de Semprestio. Isso é altamente anormal, pois os Psíjicos raramente participaram de guerras ou outros conflitos políticos, e foi sugerido que Rainha Potema manipulou a Ordem em tomar ação por seus próprios propósitos.[3] Imperador Uriel V foi muito influenciado pelo Conselho no começo de seu reinado, na parte mais gloriosa dele, antes de seu ataque desastroso a Akavir.

Entretanto, os últimos quatro imperadores da Dinastia Septim, Uriel Septim VI, Morihatha, Pelagius Septim IV, e Uriel Septim VIII, eram muito suspeitos quanto aos Psíjicos, e barraram embaixadores da Ilha de Artaeum dentro da Cidade Imperial.[1] Os Psíjicos ainda aconselhavam a realeza, mas sua influência na política Imperial foi muito reduzida.[8] Não é muito sabido como os Psíjicos responderam à Crise em si, ou a tomada subsequente da Ilha do Semprestio pelo Thalmor. Entretanto, o Thalmor os considera um inimigo ou uma organização clandestina.[4]

O segundo desaparecimento de Artaeum

A Ordem Psíjica e Artaeum sumiram novamente na virada do segundo século da Quarta Era.[4] A razão exata para o sumiço da ilha ainda é desconhecida, mas coincidiu com as Noites Vazias e o início de uma nova onda de expansão para o Domínio Aldmeri.

O que é sabido é que pelo menos alguns membros da Ordem ainda estão observando os eventos de Tamriel. Quando o Olho de Magnus foi descoberto por membros do Colégio de Invernalia em 4E 201, alguns Psíjicos assistiram um membro do Colégio a tomar controle do artefato de um agente do Thalmor, indo pessoalmente no local para pegar o Olho.[4]

Capacidades

Um monge Psíjico aparece numa visão

A Ordem Psíjica é geralmente lembrada como uma das organizações mais mágicas mais poderosas de Tamriel. Foi sugerido que os poderes ganhados das práticas dos Caminhos Antigos vêm de manipulações da natureza em si ao invés da ação com magicka.[1] Entretanto, como dois dos magos mais famosos da história, Vanus Galerion e Mannimarco, foram treinados pela Ordem, e como a Ordem normalmente é descrita como expert na faculdade do Misticismo,[13] pode ser dito que os poderes ganhos pelos Caminhos Antigos não sejam realmente distintos da magia praticada por outros magos, ou então os Psíjicos praticam ambos como disciplinas relacionadas.

Algumas das conquistas mais impressionantes da Ordem são relacionadas à escala puta dos feitiços que eles usam. Eles podem mover a ilha de Artaeum a belprazer[1] ou torná-la insubstancial[2] para evitar invasões estrangeiras, e acredita-se que o sumiço ocasional da ilha por séculos é a forma dos Psíjicos de se desligar do mundo durante períodos caóticos da história. A destruição da frota de Orgnum sugere que os Psíjicos são poderosos o suficiente para controlar o clima numa área bem grande.

Entretanto, os Psíjicos também são notados pelos seus poderes de percepção e comunicação. Urvwen, um sacerdote Psíjico que viveu na cidade de Lilmoth no início da Quarta Era, sentiu a presença de Umbriel quando ela ainda estava no mar.[6] Quando a Ordem agiu para segurar o Olho de Magnus, um Psíjico foi capaz de usar uma forma espectral para observar os eventos no Colégio a partir de outro lugar, e até pareceu ter conhecimento sobre eventos futuros.[4] Os Psíjicos também têm a habilidade de projetar imagens de si mesmos para conversar com outros, e controlar essas imagens para que a plateia-alvo possa vê-las.[4] Esse poder é tão fortemente associado com a Ordem que essa imagens são comumente chamadas de "Projeções Psíjicas".[14] Pelo menos algumas dessas habilidades podem estar relacionadas ao poder Psíjico da telepatia, uma habilidade também usada pelos Dwemer antes de eles desaparecerem de Mundus.[9]

Alguns dos poderes Psíjicos server unicamente para infiltração e ação súbita. Eles parecem ser capazes de congelar pessoas temporariamente no tempo, permitindo-os ter conversas a sós mesmo numa sala lotada.[4] Eles também demonstraram uma proficiência incomum com teleportação, e em grupos podem até teleportar objetos bem grandes.[4] Apesar de menos comum em eras mais recentes, portais também eram muito usados por membros da Guilda dos Magos no início da Segunda Era, quando a Guilda havia recentemente se separado da Ordem.[14]

Nenhuma relação com a Diligência Psíjica

A ascensão espiritual de São Veloth e Lorde Vivec é aparentemente não-relacionada à Ordem.[OOG 1] Existe temas comuns entre as crenças da Ordem e a religião Velothi, como culto ancestral e apoteose. Entretanto, os Chimer atribuíram os ensinamentos da Diligência Psíjica a Boethiah e Mephala, não à Ordem Psíjica.[15] Mais a fundo, a Diligência Psíjica parece se referir a um método específico de atingir a divindade, e a Ordem Psíjica não parece acreditar que exista uma diferença fundamental entre espíritos ancestrais e deuses, em primeiro lugar. De qualquer forma, a Ordem nunca colocou atingir a divindade como um objetivo explícito.

Referências

  1. ^ a b c d e f g h i [[Lore:Fragmento: Em Artaeum|]]
  2. ^ a b c [[Lore:Origem da Guilda dos Magos|]]
  3. ^ a b [[Lore:A Rainha Lobo, v4|]]
  4. ^ a b c d e f g h Eventos de Skyrim
  5. ^ a b c d e f [[Lore:Os Caminhos Antigos|]]
  6. ^ a b c [[Lore:A Cidade Infernal|]]
  7. ^ Elder Scrolls Online - Crown Store Showcase
  8. ^ a b [[Lore:Guia de Bolso do Império, 3º Edição/Ilha do Semprestio|]]
  9. ^ a b [[Lore:As Portas de Oblivion|]]
  10. ^ Livro Quatro de 2920, A Último Ano da Primeira Era - Mão da ChuvaCarlovac Townway
  11. ^ [[Lore:Galerion o Místico|]]
  12. ^ a b Mannimarco, Rei dos VermesHoricles
  13. ^ [[Lore:Misticismo|]]
  14. ^ a b Eventos de Elder Scrolls Online
  15. ^ Os Alterados

Nota: as seguintes referências não são encontradas no jogo. Elas são incluídas para providenciar um fundo mais sólido ao artigo, mas podem não refletir lore estabelecida.

  1. ^ Sobre a Ordem Psíjica e a Diligência Psíjica, A Biblioteca Imperial